Família muda-se, de novo

setembro 20, 2010

Se você chegou aqui, deve gostar do Discofonia, mas eu ando meio itinerante. Para o podcast, visite www.discofonia.com.br e meu blog pessoal, que fala de cultura e outras cositas mas, agora está no Estadão, em http://blogs.estadao.com.br/guilherme-werneck/.

Só na Trip agora

abril 2, 2009

Por algum tempo, segui à risca a política pessimista do suspensório e cinto. Mantinha cá este blog como um espelho do Discofonia na Trip. A partir de agora, decidi abandoná-lo. Tava ficando meio maluco de manter ativo este WordPress, o podcast no Libsyn (www.discofonia.com) e o Discofonia na Trip, mesmo sendo igualzinho a este. Por isso, se você vê o Discofonia por aqui, troque nos favoritos por: http://www.trip.com.br/blogs/discofonia

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Brasileiros nos lançamentos da semana

março 25, 2009

Toco três bandas brasileiras neste podcast. Começo com o novo do Paralamas do Sucesso, Brasil Afora, um disco que eu gosto por sem bem pop, lembrando os pontos altos da carreira dessa banda que eu acompanho desde garoto, sem nunca perder o interesse. Depois uma nova do Eddie, do Carnaval no Inferno, eu adoro o samba amorfo desses recifenses, com aquela pegada de reggae. A música que eu escolhi é uma parceria do Fabio Trummer com o Junio Barreto bem linda. E, para terminar, Maria Alcina com seu vozeirão cantando um clássico do Sérgio Sampaio. O disco chama Maria Alcina Confete e Serpentina e tem a produção certeira do Maurício Bussab. Aproveitem.

1. A Lhe Esperar – Paralamas do Sucesso
2. Quase Não Sobra Nada – Eddie
3. Eu Quero É Botar Meu Bloco Na Rua – Maria Alcina

Para ouvir, clique aqui ou vá até o www.discofonia.com

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1001 Sons 3 – Stax

março 20, 2009

De Detroit para Memphis, o Projeto 1001 lança seus ouvidos para a lendária Stax, a outra grande gravadora de soul music e R&B. E, para este podcaster, bem melhor do que a Motown.

A Stax começa em 1957, como uma gravadora de country music, mas logo se torna uma gigante do chamado southern soul. O que eu gosto é que, desde o início, a Stax já colocava negros e brancos tocando juntos, isso numa época em que a segregação racial era a regra nos EUA, principalmente no sul. O simbolo disso é a banda da casa, a fenomenal Booker T & the MGs. A principal diferença pra Motown é que, do ponto de vista de negócios, a Stax não soube se manter à altura da rival e fechou as portas em 75. Só que suas músicas sobrevivem, e bem, até hoje, com regravações ou samples.

Como no podcast anterior,  há mais artistas da Stax do que as 10 músicas deste programa comportam. Vão ficar de fora grandes nomes como Isaac Hayes e Albert King, só para citar dois. Mas eles aparecerão em outros podcasts do Projeto 1001. Vamos aos sons:

1. Be Young, Be Foolish, Be Happy – Booker T & The MG’s
2. Soul Finger – The Bar-Kays
3. Soul Man – Sam & Dave
4. Do The Funky Chicken – Rufus Thomas
5. Who’s Making Love – Johnnie Taylor
6. Knock on Wood – Eddie Floyd
7. What A Man – Linda Lyndell
8. Mr. Big Stuff – Jean Knight
9. Respect Yourself – The Staple Singers
10. (Sittin’ On) The Dock Of The Bay – Otis Redding

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O passado lhes condena

março 17, 2009

Dois lançamentos deste começo de 2009 me levaram para o passado, o que não é necessariamente bom.

Primeiro o disco do Prodigy, Invaders Must Die. Voltei para o meio dos anos 90, retrilhando os caminhos que me fizeram gostar tanto dessa banda. A atitude punk, a energia roqueira enquandrando com testosterona a linhagem que vinha do ‘ardocore inglês. O propblema é que estamos no fim dos anos 2000. Os três primeiros discos do Prodigy tocaram até furar em casa, e The Fat of the Land é daqueles álbuns cuja a importância vai além da música, ele indica caminhos, subverte os entendimentos pré-estabelecidos. Por isso a banda foi tão grande nos anos 90. Penso, inclusive, que todo esse fogo a consumiu para sempre.

Invaders Must Die, embora traga uma ou outra surpresa, como um fio da tosqueira do grime invadindo certas músicas, me parece, depois de algumas audições, monolítico. Um tótem em homenagem aos aureos tempos, um disco de quem não dialoga mais com o novo, de quem ousa pouco e vive do passado. Fico triste de escrever isso do Prodigy, pois o que mais me fazia gostar da banda era a evolução em cada disco (até 97), o ouvido na rua, a antena sintonizada nos canais certos. Disso tudo sobrou só a nostalgia. O que diz muito da própria cultura eletrônica de massa hoje. Tenho certeza de que Invaders Must Die vai fazer sucesso. É mais do mesmo, confortável – e é disso que o povo gosta. O Prodigy virou o equivalente eletrônico do rock de arena, reacionário e conformista.

O segundo disco que me levou pro passado é mais complexo.  Sinéad O’Connor  chega às lojas agora com o duplo Theology. Em primeiro lugar, a temática metafísica das canções é totalmente antenda aos nossos tempos. Basta pensar em gente que repensa a relação com Deus e a religião e faz ótimos discos, como Current 93 e Sufjan Stevens. Na primeira sessão, gravada em Dublin, a beleza das canções salta, principalmente por sua simplicidade, que remete ao folk irlandês do começo do século passado. Basta a voz de Sinéad e o violão de Steve Cooney. Em uma ou outra, a cantora arrisca tocar violão também. Depois vem o disco das sessões gravadas em Londres: as mesmas músicas recebem arranjos mais supostamente mais elaborados, viola, cello, harpa, metais, além de guitarra, baixo, bateria e percussão. As canções somem no pastiche. Volta àquela Sinéad O’Connor do começo dos anos 90, perdida em termos de sonoridade depois da estréia forte com The Lion and the Cobra. O resultado é desanimador. Dá sono.

Gosto muito de coisas antigas, mas não da imobilidade. O que me interessa nos artistas é o risco, abrir novos caminhos, a reinvenção de sua arte. E há maneiras de fazer isso sem perder a identidade. Um bom exemplo vem do The Fall, que sempre lança discos instigantes, como o Imperial Wax Solvent, do ano passado. Chega de pensar no passado. Que venha 2009…

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Shuffle 03 – Só sons de 2008

março 16, 2009

Desta vez dei Shuffle numa lista de discos do ano passado. Olha o que saiu:

1. Exegesis – Why?
2. Red Nights – Stereo Image
3. Calvary Scars – Deerhunter (foto)
4. Jagged Fruit – Deerhoof
5. Arcadia Telefon Tel Aviv Mix – Apparat

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1001 Sons 02 – Motown

março 13, 2009

Nesta segunda parte do Projeto 1001, eu toco algumas das minhas preferidas da Motown Records. Como há um pouco mais de 10 músicas da gravadora de Detroit na minha lista de preferidas, me concentrei nos anos 60 e no começo dos anos 70 neste podcast e toco as músicas em ordem cronológica, desde o primeiro single “Money (That’s What I Want)”, do Jr. Walker & the Allstars, de 59, até a minha preferida da Motown de todos os tempos, “Superstition”, do Stevie Wonder, de 73.

Os petardos:

1. Money (That’s What I Want) – Jr. Walker & the Allstars
2. Shop Around – Smokey Robinson & The Miracles
3. Please Mr. Postman – The Marvelettes
4. Dancing In The Streets – Martha Reeves And The Vandellas
5. I Can’t Help Myself – The Four Tops
6. You Keep Me Hangin’ On – The Supremes (foto)
7. I Heard It Through The Grapevine – Gladys Knight & The Pips
8. War – Edwin Starr
9. Papa Was A Rollin’ Stone – The Temptations
10. Superstition – Stevie Wonder

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Meu primeiro disco

março 12, 2009

Tá rolando no Facebook uma brincadeira divertida. Como fazer o seu primeiro disco. Quem deu a dica primeiro foi a Beth Slamek. O meu é esse aí. O nome da banda é meio coxinha, mas o título é sensacional. Veja abaixo como fazer o seu:

1 – Go to “wikipedia.” Hit “random”
or click http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random
The first random wikipedia article you get is the name of your band.
2 – Go to “Random quotations”
or click http://www.quotationspage.com/random.php3
The last four or five words of the very last quote of the page is the title of your first album.
3 – Go to flickr and click on “explore the last seven days”
or click http://www.flickr.com/explore/interesting/7days
Third picture, no matter what it is, will be your album cover.
4 – Use photoshop or similar to put it all together.
5 – Post it to FB with this text in the “caption” and TAG the friends you want to join in. (you can untag yourself if you don’t want this photo up

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Lançamentos eletrônicos

março 11, 2009
gui boratto

gui boratto

Três novas eletrônicas no podcast de hoje, vindas de três cantos do planeta. A primeira sai do Take My Breath Away, que o Gui Boratto (foto) acaba de lançar e é mais um disco excepcional, a segunda vem do Immolate Yourself, terceiro LP da dupla americana Telefon Tel Aviv e eu termino com uma dos canadenses do Junior Boys, que está no disco Begone Dull Care e chega às lojas na semana que vem.

Os sons:
1. Les Enfents – Gui Boratto
2. Helen of Troy – Telefon Tel Aviv
3. Work – Junior Boys

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